Clara on
Acordei com Luan chorando e suando muito, ele falava coisas incompreensiveis e parecia estar passando mal ou em um pesadelo.
Notei que tinha uma criança deitada entre nós, ela acabaria acordando com o choro e o desespero que o Luan estava.
Apesar de ele ter quase me matado de tanto me bater ontem, eu estava incomodada de ver ele assim então resolvi acorda-lo.
-Ei, Luan, acorda, você tá passando mal? Perguntei um pouco assustada.
-Eu tô bem, foi um sonho, só isso...
-quem é a pequena? Perguntei acariciando aquele anjinho que dormia tranquilamente.
-minha sobrinha, cuide dela enquanto me banho e depois daremos um jeito nesses machucados, fique no quarto com ela e não se atreva a abrir nenhuma porta.
Logo, ele entrou para o banheiro e, mesmo com o barulho do chuveiro, pude ouvir que ele chorava...
Luan on
Aquele sonho tinha acabado comigo, a culpa veio arrebatadora e eu não conseguia parar de chorar me lembrando do que fui capaz de fazer.
Flash back on
-Marcelo, não tem outro jeito?
-infelizmente, essas são suas unicas opções Luan, eu sinto muito, e, eu acho melhor você mesmo fazer isso, é um momento de vocês, aproveite até o ultimo segundo dele.
-isso dói muito?
-apenas a picada, depois de meia hora, só vai dormir, sem dor, em paz, pode ficar tranquilo, não será um procedimento doloroso, e você tera cerca de 40 minutos pra se despedir até que ele faça seu efeito.
- E se eu não fizer isso?
-Você apenas prolongará o sofrimento dos dois meu filho, eu sinto muito.
Flash back off
Depois de muito chorar, sai do banheiro e vi uma cena linda, Clara, deitada com Alice nos braços, enquanto a pequena lhe fazia carinho.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
domingo, 28 de agosto de 2016
Sonho
Luan on
Alice estava um pouquinho nervosa por estar sem os pais, e, mesmo depois que cantei, ela ainda demorou um pouco pra dormir.
Ajeitei ela no meio de Clara e eu pra ela não cair, e finalmente peguei no sono.
Sonho on
-Eu te pedi pra cuidar do nosso maior presente e você não fez isso.
-Eu não tive culpa, não tive...
-Você matou Luan, você a matou.
-Izadora, me perdoa, eu não aguentava mais aquele sofrimento, eu não podia, precisava fazer algo.
-Você foi fraco Luan, você sempre foi fraco.
-foi por amor, iza, me entende, me perdoa.
-Você esta condenado Luan.
De repente, olho pra frente e vejo aquele par de olhinhos castanhos.
-Eu estou bem, não acredita nela, eu te amo, eu sei que não foi sua culpa.
-Não foi minha culpa, não foi, não foi.
Sonho of
-Ei, Luan, acorda, você tá passando mal? Clara estava me olhando assustada.
-Eu tô bem, foi um sonho, só isso...
-quem é a pequena?
-minha sobrinha, cuide dela enquanto me banho e depois daremos um jeito nesses machucados, fique no quarto com ela e não se atreva a abrir nenhuma porta.
Falei e fui tomar um banho, aquele sonho, pesadrlo ou visão, mexeu muito comigo.
Alice estava um pouquinho nervosa por estar sem os pais, e, mesmo depois que cantei, ela ainda demorou um pouco pra dormir.
Ajeitei ela no meio de Clara e eu pra ela não cair, e finalmente peguei no sono.
Sonho on
-Eu te pedi pra cuidar do nosso maior presente e você não fez isso.
-Eu não tive culpa, não tive...
-Você matou Luan, você a matou.
-Izadora, me perdoa, eu não aguentava mais aquele sofrimento, eu não podia, precisava fazer algo.
-Você foi fraco Luan, você sempre foi fraco.
-foi por amor, iza, me entende, me perdoa.
-Você esta condenado Luan.
De repente, olho pra frente e vejo aquele par de olhinhos castanhos.
-Eu estou bem, não acredita nela, eu te amo, eu sei que não foi sua culpa.
-Não foi minha culpa, não foi, não foi.
Sonho of
-Ei, Luan, acorda, você tá passando mal? Clara estava me olhando assustada.
-Eu tô bem, foi um sonho, só isso...
-quem é a pequena?
-minha sobrinha, cuide dela enquanto me banho e depois daremos um jeito nesses machucados, fique no quarto com ela e não se atreva a abrir nenhuma porta.
Falei e fui tomar um banho, aquele sonho, pesadrlo ou visão, mexeu muito comigo.
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Sono eterno
Luan on
Eu estava nervoso e pedia ajuda a Deus, Bruna me ajudava muito e eu não podia negar isso a ela.
Eu realmente amava minha sobrinha, Alice era um docê de menina e gosta muito de mim, assim como eu dela, mas, cuidar de uma criança tão fragil e inocente, ainda me trazia más e boas lembranças.
Me levantei com cuidado pra que Clara não acordasse, não tinha contado a Bruna que eu tava "Namorando" ainda, então era melhir que ela não a visse, ainda mais do jeito que Clara estava.
Desci pra sala, e m poucos minutos minha irmã ligou pedindo pra eu abrir a porta, pois ja timja chegado.
Abri a porta e vi o quanto a situação era complicada, Breno quase chorava de dor e minha irmã estava desesperada com Alice e sua bolsa no colo.
-bubu, o que ele tem?
-a gente não sabe Luan, pode ser apendice, temos que ir rapido, cuida dela, disse tentando me entregar Alice, mas ela grudou em seu pescoço.
-Vai com ele amorzinho, a mamãe precisa ir.
-mamãe, não, falou com um bico quando a peguei.
-vem com o tio Lu princesa, a mamãe precisa ir, mas logo volta.
-vocês vão ficar bem pi?
-vai tranquila, eu farei tudo que sei, ela vai ficar bem comigo.
Bruna foi embora contrariada e subi com a pequena pro meu quarto, ainda era madrugada, então, resolvi cantar baixinho pra ela dormir, a musica mais triste de minha vida, que embalou o sono eterno do meu maior amor.
Dorme meu bem
Deus vai te cuidar
e os anjinhos vão te despertar
Hoje meu bem,tens um outro lar
Onde a maldade
Bem longe vai fica
Teu coração vai desabrochar
Livre,tranquilo em teu novo lar
E o meu amor
Nunca irá mudar
Quem sabe um dia
eu volte a te encontrar
Dorme meu Bem(2x)
Dorme,ninguem vai te assustar
Dorme meu bem(2x)
Dorme,ninguem vai te assustar
Eu estava nervoso e pedia ajuda a Deus, Bruna me ajudava muito e eu não podia negar isso a ela.
Eu realmente amava minha sobrinha, Alice era um docê de menina e gosta muito de mim, assim como eu dela, mas, cuidar de uma criança tão fragil e inocente, ainda me trazia más e boas lembranças.
Me levantei com cuidado pra que Clara não acordasse, não tinha contado a Bruna que eu tava "Namorando" ainda, então era melhir que ela não a visse, ainda mais do jeito que Clara estava.
Desci pra sala, e m poucos minutos minha irmã ligou pedindo pra eu abrir a porta, pois ja timja chegado.
Abri a porta e vi o quanto a situação era complicada, Breno quase chorava de dor e minha irmã estava desesperada com Alice e sua bolsa no colo.
-bubu, o que ele tem?
-a gente não sabe Luan, pode ser apendice, temos que ir rapido, cuida dela, disse tentando me entregar Alice, mas ela grudou em seu pescoço.
-Vai com ele amorzinho, a mamãe precisa ir.
-mamãe, não, falou com um bico quando a peguei.
-vem com o tio Lu princesa, a mamãe precisa ir, mas logo volta.
-vocês vão ficar bem pi?
-vai tranquila, eu farei tudo que sei, ela vai ficar bem comigo.
Bruna foi embora contrariada e subi com a pequena pro meu quarto, ainda era madrugada, então, resolvi cantar baixinho pra ela dormir, a musica mais triste de minha vida, que embalou o sono eterno do meu maior amor.
Dorme meu bem
Deus vai te cuidar
e os anjinhos vão te despertar
Hoje meu bem,tens um outro lar
Onde a maldade
Bem longe vai fica
Teu coração vai desabrochar
Livre,tranquilo em teu novo lar
E o meu amor
Nunca irá mudar
Quem sabe um dia
eu volte a te encontrar
Dorme meu Bem(2x)
Dorme,ninguem vai te assustar
Dorme meu bem(2x)
Dorme,ninguem vai te assustar
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Cuida dela pra mim
Luan on
Ajeitei Clara sobre meu peito e a segurei com força, impedindo que ela fugisse de mim, ela continuou chorando e tremendo muito ate enfim pegar no sono, ainda com a cabeça sobre mim.
Mesmo dormindo, ela gemia a cada vez que mexia um pouco e eu sabia que amanhã doeria nela ainda mais.
Fechei meus olhos, e me permiti chorar novamente, aquela saudade apertava meu peito, e eu perguntava a Deus o porquê de ter acontecido isso, eu amei bem mais que tudo, só Deus sabe como.
Só Deus sabe o que passo a cada dia em que me lembro do que aconteceu, e, eu sei que depois do que eu fiz, eu jamais terei paz.
Em meio a muitas lágrimas, consegui dormir, mas, logo na madrugada, ouvi meu celular tocar, e, atendi na hora vendo que era a minha irmã Bruna.
-Alô, bubu?
-Oi pi, eu preciso muito de você.
-ta de madrugada bubu, o que houve, você ta chorando? Breno te fez algo?
Breno era o namorado e pai da filha de Bruna, nossa pequena Alice, de 2 anos
- não Luan, ele ta passando muito mal, eu, eu tô levando ele pro hospital, o mone e a Xumba foi pro Rio, eu, eu preciso qie você cuide da Alice.
-De jeito nenhum, você sabe que não da...
-Luan, por favor, o Breno ta mal, a Alice ta acostumada com você, eu não tenho quem cuidar dela, me ajuda.
-Eu, eu não consigo, falei com um bolo na garganta.
-eu vou passar ai pra deixar ela, você consegue sim, tem que superar isso, ja faz 3 anos Luan, eu preciso da sua ajuda, por favor, pediu desesperada e ouvi po grito alto de Breno fo outro lado então, respirei fundo e pedi forças a Deus.
-Tudo bem Bruna, pode trazer a Alice, eu cuido dela, mas, você sabe o quanto isso me dói...
-Eu estou a caminho, você vai saber cuidar da minha pequena.
-Não tenho tanta certeza, confessei sentindo novamente as lágrimas rolarem e as lembranças voltarem.
Ajeitei Clara sobre meu peito e a segurei com força, impedindo que ela fugisse de mim, ela continuou chorando e tremendo muito ate enfim pegar no sono, ainda com a cabeça sobre mim.
Mesmo dormindo, ela gemia a cada vez que mexia um pouco e eu sabia que amanhã doeria nela ainda mais.
Fechei meus olhos, e me permiti chorar novamente, aquela saudade apertava meu peito, e eu perguntava a Deus o porquê de ter acontecido isso, eu amei bem mais que tudo, só Deus sabe como.
Só Deus sabe o que passo a cada dia em que me lembro do que aconteceu, e, eu sei que depois do que eu fiz, eu jamais terei paz.
Em meio a muitas lágrimas, consegui dormir, mas, logo na madrugada, ouvi meu celular tocar, e, atendi na hora vendo que era a minha irmã Bruna.
-Alô, bubu?
-Oi pi, eu preciso muito de você.
-ta de madrugada bubu, o que houve, você ta chorando? Breno te fez algo?
Breno era o namorado e pai da filha de Bruna, nossa pequena Alice, de 2 anos
- não Luan, ele ta passando muito mal, eu, eu tô levando ele pro hospital, o mone e a Xumba foi pro Rio, eu, eu preciso qie você cuide da Alice.
-De jeito nenhum, você sabe que não da...
-Luan, por favor, o Breno ta mal, a Alice ta acostumada com você, eu não tenho quem cuidar dela, me ajuda.
-Eu, eu não consigo, falei com um bolo na garganta.
-eu vou passar ai pra deixar ela, você consegue sim, tem que superar isso, ja faz 3 anos Luan, eu preciso da sua ajuda, por favor, pediu desesperada e ouvi po grito alto de Breno fo outro lado então, respirei fundo e pedi forças a Deus.
-Tudo bem Bruna, pode trazer a Alice, eu cuido dela, mas, você sabe o quanto isso me dói...
-Eu estou a caminho, você vai saber cuidar da minha pequena.
-Não tenho tanta certeza, confessei sentindo novamente as lágrimas rolarem e as lembranças voltarem.
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Queria ter tido mais tempo
Luan on
Eu estava com tanto ódio, que só percebi o que fiz quando a soltei na cama quase desmaiada depois que ela disse aquela maldita frase que atormenta meus sonhos.
Deixei ela deitada e sai do quarto, cego de ódio, saudade e tristeza.
Olhei pra trás pra ter certeza que ela não estava atrás de mim, e, enfim tive coragem de abrir o quarto de novo.
Cada vez que eu o abria, me vinha a memória aquele maldito dia, meu Deus, como eu queria ter tido mais tempo, como eu queria não ter feito aquilo, mas, de certa forma foi minha ultima saida, eu não tinha mais força, ninguem mais tinha.
O quarto, continuava do mesmo jeito, com o mesmo cheiro, as mesmas coisas espalhadas pelo chão, a mesma mancha na parede, eu jamais deixarei que mudem nada aqui, a unica pessoa que eu deixo entrar aqui é a Bruna, pois é ela quem limpa e cuida de deixar tudo como foi deixado, com um vazio enorme por não ter mais ninguem usando dele.
As lágrimas escorreram com força total por meu rosto, o cheiro ainda estava ali, as lembranças ainda estavam ali, e a dor e a culpa, ainda estava e sempre estará em meu peito.
Me levantei do chão e voltei pro meu quarto depois de trancar novamente a porta, eu não aguentava olhar pra esse quarto.
Assim que entrei novamente em meu quarto, me assustei com o estado de Clara, meu Deus, como fiz isso? Ela estava deitada do jeito que eu a joguei na cama, chorando, tremendo e toda machucada pelas cintadas, tinha lugares que o vergão deixado pelo cinto, sangrava, e com toda certeza, eu machiquei ela mais que devia, eu usei naquelas cintadas, toda a minha força.
Toquei nela e ela gemeu de dor, se encolhendo toda na cama, morrendo de medo e nessa hora eu me senti um monstro.
Abracei ela por um momento, e pedi desculpas a Deus mentalmente de novo.
-Clara, não se debate, fica calma, não vou mais bater em você hoje, você já deve ter aprendido a lição, agora, dorme, e, jamais me desobedeça novamente, eu não sou um monstro, mas posso ser um, e você viu isso hoje, eu sei que esta doendo, mas, deita aqui no meu peito e tenta dormir, amanhã, talvez eu cuide de suas feridas.
Eu estava com tanto ódio, que só percebi o que fiz quando a soltei na cama quase desmaiada depois que ela disse aquela maldita frase que atormenta meus sonhos.
Deixei ela deitada e sai do quarto, cego de ódio, saudade e tristeza.
Olhei pra trás pra ter certeza que ela não estava atrás de mim, e, enfim tive coragem de abrir o quarto de novo.
Cada vez que eu o abria, me vinha a memória aquele maldito dia, meu Deus, como eu queria ter tido mais tempo, como eu queria não ter feito aquilo, mas, de certa forma foi minha ultima saida, eu não tinha mais força, ninguem mais tinha.
O quarto, continuava do mesmo jeito, com o mesmo cheiro, as mesmas coisas espalhadas pelo chão, a mesma mancha na parede, eu jamais deixarei que mudem nada aqui, a unica pessoa que eu deixo entrar aqui é a Bruna, pois é ela quem limpa e cuida de deixar tudo como foi deixado, com um vazio enorme por não ter mais ninguem usando dele.
As lágrimas escorreram com força total por meu rosto, o cheiro ainda estava ali, as lembranças ainda estavam ali, e a dor e a culpa, ainda estava e sempre estará em meu peito.
Me levantei do chão e voltei pro meu quarto depois de trancar novamente a porta, eu não aguentava olhar pra esse quarto.
Assim que entrei novamente em meu quarto, me assustei com o estado de Clara, meu Deus, como fiz isso? Ela estava deitada do jeito que eu a joguei na cama, chorando, tremendo e toda machucada pelas cintadas, tinha lugares que o vergão deixado pelo cinto, sangrava, e com toda certeza, eu machiquei ela mais que devia, eu usei naquelas cintadas, toda a minha força.
Toquei nela e ela gemeu de dor, se encolhendo toda na cama, morrendo de medo e nessa hora eu me senti um monstro.
Abracei ela por um momento, e pedi desculpas a Deus mentalmente de novo.
-Clara, não se debate, fica calma, não vou mais bater em você hoje, você já deve ter aprendido a lição, agora, dorme, e, jamais me desobedeça novamente, eu não sou um monstro, mas posso ser um, e você viu isso hoje, eu sei que esta doendo, mas, deita aqui no meu peito e tenta dormir, amanhã, talvez eu cuide de suas feridas.
domingo, 21 de agosto de 2016
Você prometeu que não me machucaria hoje
Luan on
Eu estava tentando ser legal,a garota estava assustada e eu cheguei a ficar com muita pena quando vi ela chorando quando foi dormir, tentei deixar ela mais calma pra que ela parasse de chorar e dormisse, e, acabei dormindo tambem.
Acordei com passos no corredor e sai correndo, pra minha sirte ela ainda não tinha aberto a porta, se não, eu nem sei o que faria.
Eu estava com muito ódio, tinha avisado a ela pra não se aproximar dali e ela me desobedeceu, se eu não acordo a tempo meu segredo seria descoberto, senti meus olhos marejarem ao lembrar daquilo, que ainda me machuca muito e essa vagabunda quase descobriu tudo.
Corri até ela e agarrei pelo braço puxando ela dali, eu estava possesso de ódio e agora ela ia me conhecer de verdade.
-EU DISSE PRA NÃO ABRIR ESSA PORTA SUA VADIA, EU MANDEI NÃO SE APROXIMAR DOS QUARTOS, VOCÊ É SURDA? EU ESTAVA SENDO BONZINHO, MAS AGORA VOU TE ENSINAR A ME OBEDECER.
-Luan? Me, me perdoa eu, eu não sabia.
- Eu avisei sua vagabunda, agora, você vai aprender a me obedecer sua puta, falei arrastando ela até o quarto.
-Não, me desculpa, por favor, falou quando viu eu puxar o cinto de dentro do guarda roupa.
Voltei até ela e rasguei aquele pijama broxante, eu estava com ódio, praticamente cego pela raiva, e então comecei a bater.
Bati nela enquanto eu tinha força, descontei toda a raiva que eu estava, toda tristeza que eu tinha quando olhava aquele quarto, não estava importando onde o cinto batia, se era nas pernas ou qualquer outro lugar, minha raiva era tanto que eu mal ouvia seus gritos, mas parei imediatamente quando a ouvi sussurar mole.
-para, está doendo muito, você disse que não me machucaria hoje. Pediu baixinho chorando e essa frase me fez soltar o cinto na hora com lágrimas nos olhos lembrando de anos atrás.
"Por favor, hoje não, não deixa, você disse que não me machucaria hoje, você prometeu, aquela voz doce me implorava"
Não consegui mais bater nela, nem tive qualquer reação a não ser encarar o vazio me lembrando daquele dia tão doloroso.
Eu estava tentando ser legal,a garota estava assustada e eu cheguei a ficar com muita pena quando vi ela chorando quando foi dormir, tentei deixar ela mais calma pra que ela parasse de chorar e dormisse, e, acabei dormindo tambem.
Acordei com passos no corredor e sai correndo, pra minha sirte ela ainda não tinha aberto a porta, se não, eu nem sei o que faria.
Eu estava com muito ódio, tinha avisado a ela pra não se aproximar dali e ela me desobedeceu, se eu não acordo a tempo meu segredo seria descoberto, senti meus olhos marejarem ao lembrar daquilo, que ainda me machuca muito e essa vagabunda quase descobriu tudo.
Corri até ela e agarrei pelo braço puxando ela dali, eu estava possesso de ódio e agora ela ia me conhecer de verdade.
-EU DISSE PRA NÃO ABRIR ESSA PORTA SUA VADIA, EU MANDEI NÃO SE APROXIMAR DOS QUARTOS, VOCÊ É SURDA? EU ESTAVA SENDO BONZINHO, MAS AGORA VOU TE ENSINAR A ME OBEDECER.
-Luan? Me, me perdoa eu, eu não sabia.
- Eu avisei sua vagabunda, agora, você vai aprender a me obedecer sua puta, falei arrastando ela até o quarto.
-Não, me desculpa, por favor, falou quando viu eu puxar o cinto de dentro do guarda roupa.
Voltei até ela e rasguei aquele pijama broxante, eu estava com ódio, praticamente cego pela raiva, e então comecei a bater.
Bati nela enquanto eu tinha força, descontei toda a raiva que eu estava, toda tristeza que eu tinha quando olhava aquele quarto, não estava importando onde o cinto batia, se era nas pernas ou qualquer outro lugar, minha raiva era tanto que eu mal ouvia seus gritos, mas parei imediatamente quando a ouvi sussurar mole.
-para, está doendo muito, você disse que não me machucaria hoje. Pediu baixinho chorando e essa frase me fez soltar o cinto na hora com lágrimas nos olhos lembrando de anos atrás.
"Por favor, hoje não, não deixa, você disse que não me machucaria hoje, você prometeu, aquela voz doce me implorava"
Não consegui mais bater nela, nem tive qualquer reação a não ser encarar o vazio me lembrando daquele dia tão doloroso.
Vou te ensinar a me obedecer
Clara on
Fiquei muito aliviada por Luan não ter abusado de mim, mas, ainda estava com muito medo, ele não gostava de mim e isso me assuatava.
Fui para o banheiro e tomei meu banho como ele tinha mandado, vesti um pijama de manga longa e voltei para o quarto.
-Eu, eu vou dormir aonde? Perguntei com um pouco de medo.
-Aqui na cama comigo, riu safado e o medo me dominou novamente.
-com você?
-Já falei, é surda por acaso? Vai dormir aqui na cama comigo sim, mas, fica tranquila que não vou fazer nada com você hoje, não vou relar a mão na sua pureza, isso vai ficar pra outra hora gatinha, riu maldoso e estremessi.
Não falei mais nada, apenas abaixei a cabeça e ele saiu dali, entrando no banheiro pra se banhar, assim que ele entrou, me deitei na cama embaixo das cobertas e rezei, rezei muito, pedi minha mãe que de onde estivesse, me protegesse, pedi a Deus que me desse força, que me ajudasse a passar por isso, e me perguntava milhares de vezes o porquê disso que estava me acontecendo.
As lágrimas caiam com força total por meu rosto, e eu não consrguia segurar, eu estava com muito medo , me sentia muito sozinha e tentava entender por que meu próprio pai me vendeu, por que ninguem gostava de mim, eu sabia, mais cedo ou mais tarde Luan iria me bater e abusar de mim e isso me fazia chorar mais e mais, chorei tanto, que solucei, e, logo senti Luan deitando ao meu lado, tentei conter o choro, mas foi em vão e ele escutou, meu Deus, eu não posso incomodar ele.
-fica calma, não chora assim, não vou te fazer mal bonequinha, tenta dormir, falou jogando seu braço em minha cintura me impossibilitando de sair dali.
Depois de alguns minutos ele dormiu e eu tentei fazer o mesmo, mas, a cada cochilo que eu dava era um pesadelo, então resolvi levantar e andar mm pouco.
Andei pelo corredor em silencio, e, vi uma porta, fui abrir ela devagar, estava escuro, não dava pra ver nada, mas, assim que fui empurar a porta pra acender a luz, senti meu braço ser apertado e me assustei com o berro de Luan.
-EU DISSE PRA NÃO ABRIR ESSA PORTA SUA VADIA, EU MANDEI NÃO SE APROXIMAR DOS QUARTOS, VOCÊ É SURDA? EU ESTAVA SENDO BONZINHO, MAS AGORA VOU TE ENSINAR A ME OBEDECER.
Fiquei muito aliviada por Luan não ter abusado de mim, mas, ainda estava com muito medo, ele não gostava de mim e isso me assuatava.
Fui para o banheiro e tomei meu banho como ele tinha mandado, vesti um pijama de manga longa e voltei para o quarto.
-Eu, eu vou dormir aonde? Perguntei com um pouco de medo.
-Aqui na cama comigo, riu safado e o medo me dominou novamente.
-com você?
-Já falei, é surda por acaso? Vai dormir aqui na cama comigo sim, mas, fica tranquila que não vou fazer nada com você hoje, não vou relar a mão na sua pureza, isso vai ficar pra outra hora gatinha, riu maldoso e estremessi.
Não falei mais nada, apenas abaixei a cabeça e ele saiu dali, entrando no banheiro pra se banhar, assim que ele entrou, me deitei na cama embaixo das cobertas e rezei, rezei muito, pedi minha mãe que de onde estivesse, me protegesse, pedi a Deus que me desse força, que me ajudasse a passar por isso, e me perguntava milhares de vezes o porquê disso que estava me acontecendo.
As lágrimas caiam com força total por meu rosto, e eu não consrguia segurar, eu estava com muito medo , me sentia muito sozinha e tentava entender por que meu próprio pai me vendeu, por que ninguem gostava de mim, eu sabia, mais cedo ou mais tarde Luan iria me bater e abusar de mim e isso me fazia chorar mais e mais, chorei tanto, que solucei, e, logo senti Luan deitando ao meu lado, tentei conter o choro, mas foi em vão e ele escutou, meu Deus, eu não posso incomodar ele.
-fica calma, não chora assim, não vou te fazer mal bonequinha, tenta dormir, falou jogando seu braço em minha cintura me impossibilitando de sair dali.
Depois de alguns minutos ele dormiu e eu tentei fazer o mesmo, mas, a cada cochilo que eu dava era um pesadelo, então resolvi levantar e andar mm pouco.
Andei pelo corredor em silencio, e, vi uma porta, fui abrir ela devagar, estava escuro, não dava pra ver nada, mas, assim que fui empurar a porta pra acender a luz, senti meu braço ser apertado e me assustei com o berro de Luan.
-EU DISSE PRA NÃO ABRIR ESSA PORTA SUA VADIA, EU MANDEI NÃO SE APROXIMAR DOS QUARTOS, VOCÊ É SURDA? EU ESTAVA SENDO BONZINHO, MAS AGORA VOU TE ENSINAR A ME OBEDECER.
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Só vai apanhar se mereçer...
Luan on
Resolvi aproveitar e me divertir mais um pouco com aquela garota, ela estava assustada e estava sendo divertido brincar com ela.
-Agora que comeu feito uma ogra, vamos subir, tá na hora da nossa diversão. Gargalhei e ela se arregalou, seus olhos pareciam que saltaria do rosto.
A garota, começou a chorar desesperada negando com a cabeça, eu precisava ser rude pra que ela não se atrevesse a me desobedecer depois, mas, sinceramente, eu não gostava de fazer isso, nunca fui um cara ruim.
-MANDEI VOCÊ SUBIR, NÃO OUVIU? Gritei e ela subiu comigo assustada e chorando.
-Tire a roupa, ordenei e ela se encolheuno canto da parede pra não fazer aquilo.
-O QUE ESTA ESPERANDO SUA PUTA? EU MANDEI TIRAR A ROUPA.
-Não, por favor, não faz isso comigo, não me força, eu sou virgem, por favor, eu não quero, não faz isso comigo, eu não sou prostituta, não sou, é minha primeira vez, não pode ser assim. Implorou chorando.
-CARALHO, EU MANDEI TIRAR.
Falei e rasguei seu vestido a deixando apenas de lingirie, e, puta merda, que corpão tem essa garota, meu Deus.
-Misericórdia Luan, eu não quero, não, por favor Luan, não me obriga, meu Deus, eu não fiz nada, eu não te fiz nada, eu não fiz nada pro meu pai me vender, e, agora você vai me estuprar, por que Luan? Por que você quer tanto me machucar? Eu estou te pedindo, já me machucaram demais, não faz isso, eu sou só uma menina que foi vendida pelo pai.
Pediu chorando muito e tremendo de medo e meu coração de manteiga falou mais alto.
-Calma, eu não vou fazer nada com você hoje, só quis te assustar, não vou tirar sua pureza hole, relaxa, você tá tremendo, vai passar mal.
Falei e a abracei por impulso, vendo o quanto ela chorava.
-Muito obrigada, não me machuca, eu, eu vou te obedecer, eu faço o que vocês me mandarem, só não me obriga a isso.
-Fica tranquila, se você colaborar comigo, eu não vou te machucar, mas não pense que somos amigos, se liga, eu mando aqui e você não pode comigo por mais que seja gostosa, falei lhe dando um tapa na bunda, se você tentar alguma coisa eu te viro do avrsso e fodo até o buraco da sua orelha, mas, se for boazinha, eu vou te ajudar, agora para de chorar e vai tomar um banho, você vai dormir na mesma cama que eu, e não abra os outros quartos pro seu bem.
Fica calma, comigo, você só vai apanhar se merecer.
Resolvi aproveitar e me divertir mais um pouco com aquela garota, ela estava assustada e estava sendo divertido brincar com ela.
-Agora que comeu feito uma ogra, vamos subir, tá na hora da nossa diversão. Gargalhei e ela se arregalou, seus olhos pareciam que saltaria do rosto.
A garota, começou a chorar desesperada negando com a cabeça, eu precisava ser rude pra que ela não se atrevesse a me desobedecer depois, mas, sinceramente, eu não gostava de fazer isso, nunca fui um cara ruim.
-MANDEI VOCÊ SUBIR, NÃO OUVIU? Gritei e ela subiu comigo assustada e chorando.
-Tire a roupa, ordenei e ela se encolheuno canto da parede pra não fazer aquilo.
-O QUE ESTA ESPERANDO SUA PUTA? EU MANDEI TIRAR A ROUPA.
-Não, por favor, não faz isso comigo, não me força, eu sou virgem, por favor, eu não quero, não faz isso comigo, eu não sou prostituta, não sou, é minha primeira vez, não pode ser assim. Implorou chorando.
-CARALHO, EU MANDEI TIRAR.
Falei e rasguei seu vestido a deixando apenas de lingirie, e, puta merda, que corpão tem essa garota, meu Deus.
-Misericórdia Luan, eu não quero, não, por favor Luan, não me obriga, meu Deus, eu não fiz nada, eu não te fiz nada, eu não fiz nada pro meu pai me vender, e, agora você vai me estuprar, por que Luan? Por que você quer tanto me machucar? Eu estou te pedindo, já me machucaram demais, não faz isso, eu sou só uma menina que foi vendida pelo pai.
Pediu chorando muito e tremendo de medo e meu coração de manteiga falou mais alto.
-Calma, eu não vou fazer nada com você hoje, só quis te assustar, não vou tirar sua pureza hole, relaxa, você tá tremendo, vai passar mal.
Falei e a abracei por impulso, vendo o quanto ela chorava.
-Muito obrigada, não me machuca, eu, eu vou te obedecer, eu faço o que vocês me mandarem, só não me obriga a isso.
-Fica tranquila, se você colaborar comigo, eu não vou te machucar, mas não pense que somos amigos, se liga, eu mando aqui e você não pode comigo por mais que seja gostosa, falei lhe dando um tapa na bunda, se você tentar alguma coisa eu te viro do avrsso e fodo até o buraco da sua orelha, mas, se for boazinha, eu vou te ajudar, agora para de chorar e vai tomar um banho, você vai dormir na mesma cama que eu, e não abra os outros quartos pro seu bem.
Fica calma, comigo, você só vai apanhar se merecer.
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Diversão...
Clara on
Eu eu perguntava a Deus qual o pecado eu tinha cometido pra ter sido vendida pelo meu próprio pai.
Eu perdi, me humilhei, implorei a ele que não fizesse aquilo comigo, mas não foi o bastante ele me vendeu como se eu fosse uma mercadoria barata.
Amarildo me jogou naquele carro, e eu não pude fazer mais nada, vendo minha casa aos poucos se afastando.
Depois de algumas horas, o carro parou na garagem de uma mansão e ele desceu, me deixando ali, e, depois de alguns minutos, voltou me puxando pelo braço.
-Anda logo piranha, meu filho ta te esperando, falou me arrastando porta a dentro onde gelei ao ver o cantor Luan Santana parado ali.
Meu Deus, eu tinha sido vendida pra ele? Mas ele parecia tão legal na tv, será possivel?
Amarildo foi embora com o homem que estava com ele e me deixou sozinha com Luan, eu só sentia nojo e medo, muito medo.
Ele, ao contrário do anjo que se mostrava na tv, se revelou pra mim como um verdadeiro monstro, por pouco ele não me bateu muito quanto eu por impulso acabei gritando com ele, e quase passei mal quando ele me mandou pra seu quarto insinuando que a noite iria ter relação sexual comigo.
Subi apavorada e chorei, chorei muito, eu sou apenas uma menina, sempre sonhei ter minha prim2ira vez com alguem que eu amo e que me ame tambem, e, saber que a noite se aproximava, e que eu seria forçada a perder minha virgindade e que eu ainda sairia muito machucada me fazia chorar mais e mais.
Era estranho, apesar da situação minha barriga roncava, eu estava com muita fome.
Busquei em minha mala o unico presente de minha mãe, o diario, que prometi a ela que continuaria antes dela morrer e comecei a escrever em meio as lágrimas.
Luan, logo entrou no quarto e eu tentei esconder, mas foi em vão e precisei me ajoelhar e implorar pra que ele não o queimasse.
Meu coração doeu e implorei pra que ele não destruisse meu ultimo presente, o que me restava de amor.
Chorei, pedi muito a ele e ele então me devolveu.
Abracei com força aquele diario e minhas pernas fraquejaram pela fome quase me fazendo cair.
-esta passando mal vadia?
-Eu não comi nada o dia todo, estou fraca, com muita fome.
-merda, eu esqueci de você, agora desce, vou pedir comida pra nós dois.
Jantamos em silencio, eu tinha muita fome e comi bastante, não sabia como seria amanhã.
-Agora que comeu feito uma ogra, vamos subir, ta na hora da nossa diversão, falou gargalhando e comecei a chorar sem parar
Eu eu perguntava a Deus qual o pecado eu tinha cometido pra ter sido vendida pelo meu próprio pai.
Eu perdi, me humilhei, implorei a ele que não fizesse aquilo comigo, mas não foi o bastante ele me vendeu como se eu fosse uma mercadoria barata.
Amarildo me jogou naquele carro, e eu não pude fazer mais nada, vendo minha casa aos poucos se afastando.
Depois de algumas horas, o carro parou na garagem de uma mansão e ele desceu, me deixando ali, e, depois de alguns minutos, voltou me puxando pelo braço.
-Anda logo piranha, meu filho ta te esperando, falou me arrastando porta a dentro onde gelei ao ver o cantor Luan Santana parado ali.
Meu Deus, eu tinha sido vendida pra ele? Mas ele parecia tão legal na tv, será possivel?
Amarildo foi embora com o homem que estava com ele e me deixou sozinha com Luan, eu só sentia nojo e medo, muito medo.
Ele, ao contrário do anjo que se mostrava na tv, se revelou pra mim como um verdadeiro monstro, por pouco ele não me bateu muito quanto eu por impulso acabei gritando com ele, e quase passei mal quando ele me mandou pra seu quarto insinuando que a noite iria ter relação sexual comigo.
Subi apavorada e chorei, chorei muito, eu sou apenas uma menina, sempre sonhei ter minha prim2ira vez com alguem que eu amo e que me ame tambem, e, saber que a noite se aproximava, e que eu seria forçada a perder minha virgindade e que eu ainda sairia muito machucada me fazia chorar mais e mais.
Era estranho, apesar da situação minha barriga roncava, eu estava com muita fome.
Busquei em minha mala o unico presente de minha mãe, o diario, que prometi a ela que continuaria antes dela morrer e comecei a escrever em meio as lágrimas.
Luan, logo entrou no quarto e eu tentei esconder, mas foi em vão e precisei me ajoelhar e implorar pra que ele não o queimasse.
Meu coração doeu e implorei pra que ele não destruisse meu ultimo presente, o que me restava de amor.
Chorei, pedi muito a ele e ele então me devolveu.
Abracei com força aquele diario e minhas pernas fraquejaram pela fome quase me fazendo cair.
-esta passando mal vadia?
-Eu não comi nada o dia todo, estou fraca, com muita fome.
-merda, eu esqueci de você, agora desce, vou pedir comida pra nós dois.
Jantamos em silencio, eu tinha muita fome e comi bastante, não sabia como seria amanhã.
-Agora que comeu feito uma ogra, vamos subir, ta na hora da nossa diversão, falou gargalhando e comecei a chorar sem parar
Presente de mãe
Luan on
Como eu tinha mandado a garota subiu rápido com sua mala quando eu falei sobre nossa brincadeirinha de mais tarde senti ela ficar mole de medo e vi seus olhos inundarem pelo pânico.
Era exatamente o que eu queria, que ela tivesse medo de mim, que jamais ousasse me desafiar, ela tinha que entender, que aqui quem mandava era eu.
Pela sua reação apavorada, pude ver que meu pai tinha razão, ela era realmente virgem.
Não, eu não faria nada com ela, não essa noite, falei aquilo só pra assustasr e surtiu o efeito esperado, seria muita maldade minha tirar sua pureza em sua primeira noite aqui, e, alem do mais, eu usaria disso pra brincar mais um pouquinho com ela.
Assim que ela subiu, fiquei na sala, passei o dia todo ali, almocei uma lasanha congelada e fiquei a tarde jogando X-box, ano meio dda tarde, comi um bolo que eu tinha comprado e voltei pro meu jogo, a empregada estava de férias e Clara estava no quarto como eu tinha mandado, e já chegava a noite quando subi pra tomar um banho.
Entrei no quarto e vi ela deitada chorando muito com um caderninho nas mãos, tão concentrada que nem me viu entrar.
-O que está fazendo? Perguntei e ela deu um pulo de susto tentando esconder o que tinha em mãos.
-E, e,eu... gaguejou escondendo o caderno nas costas.
-O que tá escondendo ai? Me dá, falei esyendendo as mãos.
-Não é nada
-Eu mandei me entregar, anda garota, falei e ela se esquivou quando tentei puxar, aquilo estava me irritando, então apertei forte seu braço e peguei aquele caderno.
-pelo amor de Deus, me devolve isso, pediu chorando muito.
-Estava me escondendo por que? Eu vou ver o que tem aqui, e, vou destruir isso, puxei o esqueiro do bolso e abri vendo que era um diario que tinha fotos dela bebê.
-por tudo que é mais sagrado, não faz isso, implorou e se ajoelhou na minha frente, cheguei a ter dó.
-por que essa porcaria é tão importante? É só um diario, você não tem mais idade disso.
- É a unica lembrança que tenho da minha mãe, foi o ultimo presente que ela me deu, é tudo que eu tenho, não faz isso comigo, eu imploro.
Pediu ajoelhada e vi que ela estava palida.
Puxei ela do chão e dei o caderno a ela, eu sabia que ela adoeceria se eu o destruisse e seria covardia, amor de mãe é sagrado, eu que o diga.
-toma, eu não sabia que era presente dela, não vou destruir.
-muito obrigada, falou abraçando o diario e se sentando tonta na cama, quase caindo.
-Esta passando mal vadia?
-Eu, eu não comi nada desde que levantei, meu corpo esta fraco e estou com fome, confessou envergonhada, e então me lembrei que eu tinha comido e não dei nada a ela, desde a hora que ela chegou, e, ela realmente devia estar faminta.
Como eu tinha mandado a garota subiu rápido com sua mala quando eu falei sobre nossa brincadeirinha de mais tarde senti ela ficar mole de medo e vi seus olhos inundarem pelo pânico.
Era exatamente o que eu queria, que ela tivesse medo de mim, que jamais ousasse me desafiar, ela tinha que entender, que aqui quem mandava era eu.
Pela sua reação apavorada, pude ver que meu pai tinha razão, ela era realmente virgem.
Não, eu não faria nada com ela, não essa noite, falei aquilo só pra assustasr e surtiu o efeito esperado, seria muita maldade minha tirar sua pureza em sua primeira noite aqui, e, alem do mais, eu usaria disso pra brincar mais um pouquinho com ela.
Assim que ela subiu, fiquei na sala, passei o dia todo ali, almocei uma lasanha congelada e fiquei a tarde jogando X-box, ano meio dda tarde, comi um bolo que eu tinha comprado e voltei pro meu jogo, a empregada estava de férias e Clara estava no quarto como eu tinha mandado, e já chegava a noite quando subi pra tomar um banho.
Entrei no quarto e vi ela deitada chorando muito com um caderninho nas mãos, tão concentrada que nem me viu entrar.
-O que está fazendo? Perguntei e ela deu um pulo de susto tentando esconder o que tinha em mãos.
-E, e,eu... gaguejou escondendo o caderno nas costas.
-O que tá escondendo ai? Me dá, falei esyendendo as mãos.
-Não é nada
-Eu mandei me entregar, anda garota, falei e ela se esquivou quando tentei puxar, aquilo estava me irritando, então apertei forte seu braço e peguei aquele caderno.
-pelo amor de Deus, me devolve isso, pediu chorando muito.
-Estava me escondendo por que? Eu vou ver o que tem aqui, e, vou destruir isso, puxei o esqueiro do bolso e abri vendo que era um diario que tinha fotos dela bebê.
-por tudo que é mais sagrado, não faz isso, implorou e se ajoelhou na minha frente, cheguei a ter dó.
-por que essa porcaria é tão importante? É só um diario, você não tem mais idade disso.
- É a unica lembrança que tenho da minha mãe, foi o ultimo presente que ela me deu, é tudo que eu tenho, não faz isso comigo, eu imploro.
Pediu ajoelhada e vi que ela estava palida.
Puxei ela do chão e dei o caderno a ela, eu sabia que ela adoeceria se eu o destruisse e seria covardia, amor de mãe é sagrado, eu que o diga.
-toma, eu não sabia que era presente dela, não vou destruir.
-muito obrigada, falou abraçando o diario e se sentando tonta na cama, quase caindo.
-Esta passando mal vadia?
-Eu, eu não comi nada desde que levantei, meu corpo esta fraco e estou com fome, confessou envergonhada, e então me lembrei que eu tinha comido e não dei nada a ela, desde a hora que ela chegou, e, ela realmente devia estar faminta.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Mais facil que pensei
Luan on
Meu pai foi embora junto com o Anderson, e deixou a garota ali na sala comigo.
Ela tinha só uma mala, e estava vestida como uma criança, era até comico.
Ela não falou nada, apenas segurava o choro e me encarava apavorada.
-Como se chama vagabunda?
-Meu nome é Clara, mas, eu não sou isso.
-foi vendida como prostituta e será tratada como uma, falei sério.
-EU NÃO SOU PROSTITUTA, NÃO SOOOOOU...
Gritou chorando e agarrei ela pelos braços a precionando contra parede.
-Escuta aqui garota, você esta brincando com a pessoa errada, nunca mais seja louca a ponto de gritar comigo, ou eu juro que acabo com você, está me entendendo? Falei olhando nos olhos dela e apertei seus braços com toda a minha força. Responde garota, você entendeu o que eu disse?
-Sim, sim, está me machucando, por favor...
-Você vai fazer tudo o que eu mandar, se não quiser me ver nervoso, e, eu te garanto, você não vai querer me ver nervoso, e, se você tentar algo, eu já aviso, vai se arrepender do dia em que seu pai te vendeu.
-eu não vou fazer nada, falou em um sussuro, ela tremia dos pés a cabeça e assim que a soltei do aperto, ela foi sentando devagar no chão, chorando como um bebezinho, fazer essa puta me respeitar vai ser mais facil do que pensei, e, de quebra ainda ganhei uma buceta virgem, é, até que dessa vez o meu pai teve um bom plano...
-sobe com essa sua mala e fica no meu quarto, não sai de lá até eu mandar, tenho muito o que fazer antes da nossa brincadeirinha.
Meu pai foi embora junto com o Anderson, e deixou a garota ali na sala comigo.
Ela tinha só uma mala, e estava vestida como uma criança, era até comico.
Ela não falou nada, apenas segurava o choro e me encarava apavorada.
-Como se chama vagabunda?
-Meu nome é Clara, mas, eu não sou isso.
-foi vendida como prostituta e será tratada como uma, falei sério.
-EU NÃO SOU PROSTITUTA, NÃO SOOOOOU...
Gritou chorando e agarrei ela pelos braços a precionando contra parede.
-Escuta aqui garota, você esta brincando com a pessoa errada, nunca mais seja louca a ponto de gritar comigo, ou eu juro que acabo com você, está me entendendo? Falei olhando nos olhos dela e apertei seus braços com toda a minha força. Responde garota, você entendeu o que eu disse?
-Sim, sim, está me machucando, por favor...
-Você vai fazer tudo o que eu mandar, se não quiser me ver nervoso, e, eu te garanto, você não vai querer me ver nervoso, e, se você tentar algo, eu já aviso, vai se arrepender do dia em que seu pai te vendeu.
-eu não vou fazer nada, falou em um sussuro, ela tremia dos pés a cabeça e assim que a soltei do aperto, ela foi sentando devagar no chão, chorando como um bebezinho, fazer essa puta me respeitar vai ser mais facil do que pensei, e, de quebra ainda ganhei uma buceta virgem, é, até que dessa vez o meu pai teve um bom plano...
-sobe com essa sua mala e fica no meu quarto, não sai de lá até eu mandar, tenho muito o que fazer antes da nossa brincadeirinha.
domingo, 14 de agosto de 2016
Temos muito o que conversar
Luan on
A midia estava em cima, e o meu pai estava afim de me matar.
Qualquer lugar que eu ia, era foto que vazava, e, agora, minha fama de pegador estava incomodando meu empresário.
-Luan, sua carreira ta indo pro nuraco seu imbecil, Anderson gritava comigo na frente do mone.
-Eu não tô fazendo nada, quem manda nisso sou eu, vai pro inférno Anderson.
-Eu vou e sua carreira vai junto, não tem outro jeito Luan, eu e seu pai já decidimos e você vai ter que aceitar.
-Aceitar o que caralho? Perguntei assustado.
-Um contrato, um namoro de mentira, dois anos com uma pessoa, só assim suas fãs vão sossegar.
-Eu não vou fazer isso, falei furioso.
-você não tem opção meu filho, eu ja comprei a garota, mas, se preocupa não que ela é gostosinha, o pai dela, que me vendeu a puta, garantiu que ela é virgem, você vai poder aproveitar, e, pode trazer quem quiser pra cá, a guria não vai falar nada, é um presentinho nosso pra você. Meu pai contou deboxado.
-Eu não quero assumir ninguem, e não vou fazer isso, devolve a prostituta mone.
-você vai sim, e vai ser um exelente namorado nas cameras, eu não to nem ai com o que você vai fazer com ela, pode deixar passar fome se quiser, mas, você vai assumir ela pra midia e vai salvar sua carreira.
-onde conseguiu a garora?
-no lugar que te viram sabado, no dancing, é filha do dono, mas a putinha nem sabia de nada, o Paulo só vendeu ela por que eu falei que queria uma mulher mais novinha, ela tem 16, você vai poder aproveitar disso, te conheço.
-Já aviso, essa puta vai sofrer na minha mão, pra aprender, e, se alguma coisa der errado, a culpa vai ser sua pai, onde tá a garota?
-no carro, eu tô indo pegar, falou, e, em instantes voltou com uma garota ruiva que chorava, parecjia uma criança, de jeito de prostituta não tinha nada, mas eu sabia, essa vagabunda ia me infernizar.
-vai embora vocês dois, falei com meu pai e Anderson, eu e minha nova namorada temos muito o que conversar, falei diretamente pra ela que me olhou apavorada.
A midia estava em cima, e o meu pai estava afim de me matar.
Qualquer lugar que eu ia, era foto que vazava, e, agora, minha fama de pegador estava incomodando meu empresário.
-Luan, sua carreira ta indo pro nuraco seu imbecil, Anderson gritava comigo na frente do mone.
-Eu não tô fazendo nada, quem manda nisso sou eu, vai pro inférno Anderson.
-Eu vou e sua carreira vai junto, não tem outro jeito Luan, eu e seu pai já decidimos e você vai ter que aceitar.
-Aceitar o que caralho? Perguntei assustado.
-Um contrato, um namoro de mentira, dois anos com uma pessoa, só assim suas fãs vão sossegar.
-Eu não vou fazer isso, falei furioso.
-você não tem opção meu filho, eu ja comprei a garota, mas, se preocupa não que ela é gostosinha, o pai dela, que me vendeu a puta, garantiu que ela é virgem, você vai poder aproveitar, e, pode trazer quem quiser pra cá, a guria não vai falar nada, é um presentinho nosso pra você. Meu pai contou deboxado.
-Eu não quero assumir ninguem, e não vou fazer isso, devolve a prostituta mone.
-você vai sim, e vai ser um exelente namorado nas cameras, eu não to nem ai com o que você vai fazer com ela, pode deixar passar fome se quiser, mas, você vai assumir ela pra midia e vai salvar sua carreira.
-onde conseguiu a garora?
-no lugar que te viram sabado, no dancing, é filha do dono, mas a putinha nem sabia de nada, o Paulo só vendeu ela por que eu falei que queria uma mulher mais novinha, ela tem 16, você vai poder aproveitar disso, te conheço.
-Já aviso, essa puta vai sofrer na minha mão, pra aprender, e, se alguma coisa der errado, a culpa vai ser sua pai, onde tá a garota?
-no carro, eu tô indo pegar, falou, e, em instantes voltou com uma garota ruiva que chorava, parecjia uma criança, de jeito de prostituta não tinha nada, mas eu sabia, essa vagabunda ia me infernizar.
-vai embora vocês dois, falei com meu pai e Anderson, eu e minha nova namorada temos muito o que conversar, falei diretamente pra ela que me olhou apavorada.
Não deixa ele me levar...
Clara on
Fico me perguntando, o que fiz de tão errado pra minha vida estar assim, perdi minha mãe aos 10 anos, e desde então, tive que vir morar com meu pai.
Pra ser sincera, ele é tudo, menos pai, nesses quase seis anos que moro com ele, não sei dizer com o que ele trabalha, mas, tenho certeza de que é algo muito errado.
A casa em que moro com ele, é bem pequena, mas, como sou neurótica com limpeza, deixo tudo bem organizado, se minha vida é uma bagunça, pelo menos minha casa é arrumada.
Paulo, meu pai, quase não fica em casa e não me permite sair tambem, e, frequentemente chega bebado, ou, muitas vezes drogado, e, as marcas roxas na minha pele, são a prova de que eu jamais posso desafia-lo.
Estou deitada cochilando um pouco, quando, só pra variar, ele entra no meu quarto gritando.
-Clara, levanta dessa cama e faz as suas malas, agora.
-pai? Fazer as malas, por que?
-por que o Amarildo vem te buscar pra você morar com o filho dele, o Luan quer uma puta jovem e eu te vendi, anda logo, falou descendo as escadas e eu me desesperei, eu fui vendida como prostituta pelo meu próprio pai.
Eu estava desesperada, não conhecia esse Amarildo, nem esse Luan, e não sabia o que fazer, de repente, olhei pela janela e vi a minha unica oportunidade, sem pensar duas vezes, pulei, sentindo a dor do meu corpo caindo no chão, e no desespero, não segurei o grito, e logo vi um homem de uns 45 anos correndo até onde eu estava.
-VAGABUNDA, TÁ TENTANDO FUGIR? JÁ VI QUE MEU FILHO VAI TER TRABALHO COM VOCÊ SUA PIRANHA.
Falou me levantando do chão e me puxando pelo braço.
-ENTRA NO CARO VAGABUNDA, E NÃO TENTA NENHUMA GRACINHA OU VAI SE ARREPENDER.
Berrou me empurando, e, numa ultima tentativa, implorei a meu pai.
-Pelo amor de Deus, eu sou sua filha, não deixa ele me levar.
Fico me perguntando, o que fiz de tão errado pra minha vida estar assim, perdi minha mãe aos 10 anos, e desde então, tive que vir morar com meu pai.
Pra ser sincera, ele é tudo, menos pai, nesses quase seis anos que moro com ele, não sei dizer com o que ele trabalha, mas, tenho certeza de que é algo muito errado.
A casa em que moro com ele, é bem pequena, mas, como sou neurótica com limpeza, deixo tudo bem organizado, se minha vida é uma bagunça, pelo menos minha casa é arrumada.
Paulo, meu pai, quase não fica em casa e não me permite sair tambem, e, frequentemente chega bebado, ou, muitas vezes drogado, e, as marcas roxas na minha pele, são a prova de que eu jamais posso desafia-lo.
Estou deitada cochilando um pouco, quando, só pra variar, ele entra no meu quarto gritando.
-Clara, levanta dessa cama e faz as suas malas, agora.
-pai? Fazer as malas, por que?
-por que o Amarildo vem te buscar pra você morar com o filho dele, o Luan quer uma puta jovem e eu te vendi, anda logo, falou descendo as escadas e eu me desesperei, eu fui vendida como prostituta pelo meu próprio pai.
Eu estava desesperada, não conhecia esse Amarildo, nem esse Luan, e não sabia o que fazer, de repente, olhei pela janela e vi a minha unica oportunidade, sem pensar duas vezes, pulei, sentindo a dor do meu corpo caindo no chão, e no desespero, não segurei o grito, e logo vi um homem de uns 45 anos correndo até onde eu estava.
-VAGABUNDA, TÁ TENTANDO FUGIR? JÁ VI QUE MEU FILHO VAI TER TRABALHO COM VOCÊ SUA PIRANHA.
Falou me levantando do chão e me puxando pelo braço.
-ENTRA NO CARO VAGABUNDA, E NÃO TENTA NENHUMA GRACINHA OU VAI SE ARREPENDER.
Berrou me empurando, e, numa ultima tentativa, implorei a meu pai.
-Pelo amor de Deus, eu sou sua filha, não deixa ele me levar.
Sinopse
Clara on
Eu sempre soube que meu pai era capaz de tudo, mas, jamais imaginei que ele faria isso comigo, sua própria filha.
Medo, é tudo que sinto, estando em uma casa que não é a minha , morando com um homem capaz de fazer comigo, qualquer maldade, e o pior, eu não tenho pra onde correr.
Luan on
Não sei onde estava com a cabeça quando ouvi o Mone, ele só pode estar louco, e, eu entrei nessa.
Mas, eles que se enganam se pensam que vão conseguir me colocar um freio com a Clara, essa prostituta veio estragar minha vida, mas não vou facilitar, ela vai ter o que merece e vai se arrepender do dia em que seu pai assinou esse maldito contrato.
Eu sempre soube que meu pai era capaz de tudo, mas, jamais imaginei que ele faria isso comigo, sua própria filha.
Medo, é tudo que sinto, estando em uma casa que não é a minha , morando com um homem capaz de fazer comigo, qualquer maldade, e o pior, eu não tenho pra onde correr.
Luan on
Não sei onde estava com a cabeça quando ouvi o Mone, ele só pode estar louco, e, eu entrei nessa.
Mas, eles que se enganam se pensam que vão conseguir me colocar um freio com a Clara, essa prostituta veio estragar minha vida, mas não vou facilitar, ela vai ter o que merece e vai se arrepender do dia em que seu pai assinou esse maldito contrato.
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