Luan on
Como eu tinha mandado a garota subiu rápido com sua mala quando eu falei sobre nossa brincadeirinha de mais tarde senti ela ficar mole de medo e vi seus olhos inundarem pelo pânico.
Era exatamente o que eu queria, que ela tivesse medo de mim, que jamais ousasse me desafiar, ela tinha que entender, que aqui quem mandava era eu.
Pela sua reação apavorada, pude ver que meu pai tinha razão, ela era realmente virgem.
Não, eu não faria nada com ela, não essa noite, falei aquilo só pra assustasr e surtiu o efeito esperado, seria muita maldade minha tirar sua pureza em sua primeira noite aqui, e, alem do mais, eu usaria disso pra brincar mais um pouquinho com ela.
Assim que ela subiu, fiquei na sala, passei o dia todo ali, almocei uma lasanha congelada e fiquei a tarde jogando X-box, ano meio dda tarde, comi um bolo que eu tinha comprado e voltei pro meu jogo, a empregada estava de férias e Clara estava no quarto como eu tinha mandado, e já chegava a noite quando subi pra tomar um banho.
Entrei no quarto e vi ela deitada chorando muito com um caderninho nas mãos, tão concentrada que nem me viu entrar.
-O que está fazendo? Perguntei e ela deu um pulo de susto tentando esconder o que tinha em mãos.
-E, e,eu... gaguejou escondendo o caderno nas costas.
-O que tá escondendo ai? Me dá, falei esyendendo as mãos.
-Não é nada
-Eu mandei me entregar, anda garota, falei e ela se esquivou quando tentei puxar, aquilo estava me irritando, então apertei forte seu braço e peguei aquele caderno.
-pelo amor de Deus, me devolve isso, pediu chorando muito.
-Estava me escondendo por que? Eu vou ver o que tem aqui, e, vou destruir isso, puxei o esqueiro do bolso e abri vendo que era um diario que tinha fotos dela bebê.
-por tudo que é mais sagrado, não faz isso, implorou e se ajoelhou na minha frente, cheguei a ter dó.
-por que essa porcaria é tão importante? É só um diario, você não tem mais idade disso.
- É a unica lembrança que tenho da minha mãe, foi o ultimo presente que ela me deu, é tudo que eu tenho, não faz isso comigo, eu imploro.
Pediu ajoelhada e vi que ela estava palida.
Puxei ela do chão e dei o caderno a ela, eu sabia que ela adoeceria se eu o destruisse e seria covardia, amor de mãe é sagrado, eu que o diga.
-toma, eu não sabia que era presente dela, não vou destruir.
-muito obrigada, falou abraçando o diario e se sentando tonta na cama, quase caindo.
-Esta passando mal vadia?
-Eu, eu não comi nada desde que levantei, meu corpo esta fraco e estou com fome, confessou envergonhada, e então me lembrei que eu tinha comido e não dei nada a ela, desde a hora que ela chegou, e, ela realmente devia estar faminta.
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