domingo, 6 de novembro de 2016

Queda

Luan on

Fiquei abraçado a ela e deixei ela chorar o quanto quisesse, ela chorou por horas, sem parar, mas eu não disse nada, apenas fiquei abraçado a ela lhe fazendo carinho, era o que ela precisava, aos poucos, ela foi se acalmando,  seus soluços diminuíram e ela relaxou o corpo sobre o meu.
Olhei no relógio e já anoitecia, minha barriga já reclamava de fome.

-esta mais calma agora? Pergunto manso, ainda abraçado a ela.

-Sim, obrigada.

-Não me agradeça, fiz o que devia, cuidar de você, agora, vou esquentar o que sobrou do almoço e vamos jantar, o Dudu, meu produtor, vira mais tarde e vou trabalhar um pouquinho, você não vai poder ficar aqui embaixo, preciso de concentração.

-tudo bem.

Jantei com ela e a mandei subir, logo, Dudu chegou e começamos a trabalhar um arranjo de musica enquanto eu e ele bebiamos um pouco.

Já era tarde quando ele foi embora, e, então subi pra me deitar.
Clara dormia abraçada ao ursinho e sua camisola tinha subido, deixando sua bunda de fora, não aguentaria evitar, eu fiquei extremamente exitado, ainda mais depois de beber.

Me ajeitei calado, coloquei a camisinha e deitei sobre ela que acordou assustada.

-me solta.

-Não, nada disso princesa, eu te quero agora, fica tranquila, não vou machucar você.

-eu não quero, não, por favor, não.

-relaxa, vou penetrar com muito cuidado princesa, não vai doer, você não é mais virgem, não vai sentir dor, basta relaxar.

-Não, eu não quero, não faz isso Luan, chorava enquanto eu massageava sua intimidade.

-relaxa clarinha, apenas relaxa, falei e lhe penetrei um dedo pra ela se acostumar e ir se acalmando.
Senti-a endurecer com a surpresa, mas afaguei rapidamente seu corpo com a mão livre: “Você tem que relaxar… Senão vai doer mais.”

Não ia adiantar muito eu ficar pedindo para ela relaxar, se ela não me ouvia, então,  a segurei com firmeza e a penetrei calmamente meu membro que estava enorme de excitação.
Ela gritou, chorou, mas, era nervosismo, não podia estar doendo assim.

Ela fechou os olhos, respirando fundo. Eu dei um tempo para seu corpo acostumar comigo ali e então comecei a me mover devagar. Clara  apertava minhas mãos que estavam apoiadas no colchão e gemia mordendo os lábios. Eu sentia sua passagem me comprimindo, suas pernas duras de tensão ao redor do meu corpo. Passei a mão nos seus cabelos e trouxe seu rosto para perto do meu, beijei sua boca com carinho e puxei sua cintura, fazendo movimentos contínuos e lentos. Ela começava a ofegar e relaxar e eu sabia que a dor já estava sumindo, dando lugar ao tesão. Aumentei um pouco mais o ritmo, e ela já sussurrava meu nome, pedindo que eu parasse, mas seu corpo me queria ali, apesar da dor, apesar de tudo, ela relaxou, mexendo seu corpo junto com o meu.

Por fim, gozei depois de um tempo, e cai na cama exausto, ela não gozou e nem deu sinal de prazer, mas, não me importei, dormi até ser acordado na madrugada com o vidro da janela do meu quarto se quebrando, e o berro de Clara que pulou a janela caindo no jardim, chorando, gritando de dor e segurando a perna.

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